A indústria do lobby é um exemplo clássico do quanto os interesses comerciais de uma empresa podem influenciar um mercado. Publicidade é outro fator que é usado como meio de articulação para um anunciante controlar a mídia a seu favor, digamos... "Reprimir" a mídia a não falar mal do seu produto. Foi pensando nessas formas de manipulação de interesses e conspirações, que escrevi esse post sobre o que mais um CEO ou diretor devem fazer para administrar uma empresa e garantir sua sobrevivência no mercado.
1) APOIO A CANDIDATOS POLÍTICOS
O último clip do vídeo apresentado nesse artigo relata um momento da nossa história que muitos prefeririam esquecer e até mesmo omitir da trajetória de uma empresa. Na atual conjuntura de um mercado, onde empresas abordam suas preocupações com o meio-ambiente e ética social, fica difícil de se desfazer de fantasmas do passado que acabam manchando sua imagem por longos anos.
2) DIRETOR DA TURKISH AIRLINES APARECE EM NOVELA DA REDE GLOBO
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| Ao centro, de branco, o diretor da Turkish, Atagun Kutluyuksel, em cena exibida ontem na novela Salve Jorge |
O apoio da Turkish Airlines à novela Salve Jorge, da Rede Globo, ambientada na Turquia, entre outros destinos, foi além das passagens aéreas. Quem assistiu a novela ontem pode ver o diretor da companhia aérea turca, Atagun Kutluyuksel, como coadjuvante nas cenas do nascimento do filho dos personagens Tamar e Demir. Ele era um dos homens da aldeia, na Capadócia, que parabenizava o novo papai pelo nascimento do filho, que recebeu o nome de... Atagun.
3) DISPUTA DE MERCADO: COMO A VARIG ABATEU A PANAIR
A aviação comercial no Brasil começou em 1925, com a instalação de uma linha aérea francesa ligando Rio de Janeiro e Buenos Aires. Em Porto Alegre, foi fundada a Viação Aérea Rio-Grandense (Varig). Outras companhias apareceram, como a Cia. Sindicator Condor (1927), futura Cruzeiro do Sul, e a Nyrba do Brasil (1928), futura Panair do Brasil.
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A História Por Trás da Destruição da Panair |
Nesta época, a disputa de mercado pelas cias aéreas acontecia durante a ditadura militar, que apoiada pela VARIG em suas campanhas politicas, cassou o certificado de operação da Panair que não apoiou o governo militar como fez seus concorrentes. A falência forçada da Panair, em Fevereiro de 1965, iniciou-se com um telegrama, que informava a decisão do Governo Federal (assinada pelo Ministro da Aeronáutica Brigadeiro Eduardo Gomes) em repassar as linhas internacionais para a VARIG "em caráter provisório". Cinco dias depois, o Governo decretou a falência da Panair, tomando-lhe as instalações, aeronaves e outros ativos. As linhas domésticas e os Caravelles passavam às mãos da Cruzeiro do Sul. Os DC-8 e rotas internacionais ficavam com a VARIG.
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