Douglas Wires, nasceu em 1971, é casado e mora atualmente no Rio de Janeiro, atuando no mercado de turismo desde 1995. Fluente em inglês, é emissor Amadeus e Sabre de passagens aéreas nacionais e internacionais. Trabalhou em empresas como: VARIG, OCEANAIR e CARLSON WAGONLIT, adquirindo sólidos conhecimentos e experiência em cálculos de tarifas aéreas, supervisão de reservas e negociação de serviços de viagens.

FALTA DE OBRAS DEIXA AEROPORTO DO GALEÃO ABANDONADO PARA REFORMAS

Fonte:Comentário do leitor Carlos Tufvesson, publicado no jornal O Dia, 7/JAN/2010

Édeplorável, como cidadão que ama essa cidade, ver, a cada viagem, o estado do Aeroporto do Galeão no Rio, desrespeitosamente chamado de Antonio Carlos Jobim. No Terminal 1, inaugurado há 32 anos, vemos as ripas de alumínio nos tetos do projeto original semi-destruídas; banheiros inadequados a um aeroporto internacional, onde faltam de luz a papel, e fingers claustrofóbicos que dão medo, num retrato de total abandono.


Inexplicavelmente, aeroportos no Brasil todo foram reformados antes do Terminal 1 do Rio, que é a segunda porta de entrada de turistas no Brasil. O aeroporto foi deixado por anos como está, perdendo sua importância e seus voos, numa aparente represaria do Governo Federal pelo eterno oposicionismo do Rio de Janeiro — situação revertida na atual administração.

Há dois anos começaram a espalhar canteiros de obras por todo o aeroporto, em suposto sinal de que as necessárias reformas estariam sendo feitas. Ledo engano. As obras, muito mais de maquiagem do que estruturais, são mais um transtorno na vida de quem paga a tarifa de embarque mais cara do mundo. Locais do aeroporto que já passaram por essa ‘reforma’ hoje se encontram como antes ou apenas com uma chapa de fórmica na frente. Enquanto elevadores e escadas rolantes continuam enguiçados.

Como explicar que, no período de maior fluxo turístico na cidade do Rio, você chegue ao aeroporto e se depare com um teto aberto, cheio de fios de eletricidade quase na cabeça do usuário? A qualquer leigo fica evidente que bastava fechar o teto. Ou isolar a área. Pois nem isso! E ainda temos que ver, por 1 hora na fila de de embarque, a placa da Infraero na nossa cara dizendo que ‘está trabalhando para deixar o Galeão AINDA melhor’. Isso é ironia e duvidar da inteligência do usuário. Conar urgente!

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