Douglas Wires, nasceu em 1971, é casado e mora atualmente no Rio de Janeiro, atuando no mercado de turismo desde 1995. Fluente em inglês, é emissor Amadeus e Sabre de passagens aéreas nacionais e internacionais. Trabalhou em empresas como: VARIG, OCEANAIR e CARLSON WAGONLIT, adquirindo sólidos conhecimentos e experiência em cálculos de tarifas aéreas, supervisão de reservas e negociação de serviços de viagens.

MALAS DIPLOMÁTICAS E SEUS "SUPOSTOS" USOS

Trata-se de um conjunto de fraudes muito variadas onde não existe um padrão específico. Em síntese alguém propõe uma operação (que pode ser de contrabando, de lavagem de dinheiro, de distribuição de dinheiro falso ou outras parecidas) que, supostamente, tem como seu fator determinante a possibilidade de transportar a "mercadoria perigosa" através do uso de uma mala diplomática que, conforme estabelecido pela Convenção de Viena de 1961, é isenta de controles e não pode ser aberta por autoridades de países estrangeiros.
Esta possibilidade seria oferecida por algum funcionário, muitas vezes de um país da África ou de algum país do antigo "pacto de Varsóvia", em troca de dinheiro ou de uma participação na operação.
Você vai ver muita coisa, pessoas que se dizem diplomatas, supostas mercadorias perigosas, documentos "oficiais" e talvez até a famosa mala diplomática ... Às vezes a mala diplomática entra na história para justificar outras situações ou dar maior credibilidade ou um ar de "exclusividade" ou "mistério" a golpes em andamento.
A fraude vai aparecer normalmente na hora em que com alguma motivação você vai ter de prover uma pequena (ou grande) quantia de dinheiro para que a operação possa acontecer.

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